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super_vovo-copia

Beijos atômicos e abraços ultravioleta! Feliz aniversário, velhinha!!!

// Quer ver do que ela é capaz? Olha isso!
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A trilha sonora do comecinho do verão foi Feist | I feel il all

Março sei que gastei o Itunes com essa:

Jehro | Rock you tender

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Foi hoje o meu momento pânico. Não tô nem perto da minha família, muito menos entendo a magnitude da situação em SC. Sei que de repente, o aperto no peito e a vontade de estar lá, me sentir menos despatriada, me fez estourar numa crise de choro em pleno trabalho. E não houve cristo que entendesse porque eu tava tão assustada. Sensação de impotência e ignorância, só isso.

Queridos contatos do messenger desesperados por notícias: minha família está bem e foi pouco atingida. Nosso anjo da guarda mandando bem, como sempre. E os outros? E as famílias dos amigos? E os desabrigados? E os que tinham tudo, mas saíram de casa correndo, sem poder pegar roupa nem mantimentos? E os que lutaram por uma vida digna e se vêem outra vez, sem esperanças?

Pedes-me um sonho
para fazer de chão
mas eu desses não tenho
só dos de voar
e agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de que?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração..

Pensa em mim
dentro das mãos fechadas
o que cabe é pouco
mas é tudo o que temos
esqueces que às vezes
quando falha o chão
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos


——–
Que delícia encontrar coisas novas e boas por aí.
Emocionei. Descoberto em
Mine

yourockyourule

Ainda me recuperando do acesso de gargalhadas!

via carlescabrer
Moltes gràcies, vecino :)

Não poderia descrever o prazer de tê-la visitando a nova casa e a nova vida espanhola. Junto com a Meli, Metti foi uma das protagonistas da etapa sevilhana 2004/2005, e personagem-chave das tantas histórias construídas naqueles meses. Vivemos ao máximo a magia de Sevilha e daquele tempo que, óbvio, está longe de voltar. Cada uma seguiu seu caminho, todos igualmente fascinantes, e me faz feliz pensar que ainda compartilhamos as mesmas lembranças e sentimentos.

Dos passeios sem fim às borracheras de absenta, das tapas por Macarena às cervejas na beira do Guadalquivir, eu poderia passar os próximos dias relembrando todas as delícias daquele ano. Prefiro agarrar a mão da minha querida dinamarquesa e ensiná-la que se perder em Barcelona pode ser tão divertido como se encontrar em Sevilha.

beijos gigantes.

Desculpa, querido amigo que se esforçou por lembrar do meu aniversário, mandou e-mail, scrap, sms e tudo, e ainda assim, continua sem resposta.

Desculpa, família, pelo sumiço desavisado. Parece que ando ocupada demais pra essas tais coisas de amor, saudade e tal, mas na verdade, por mil motivos, mal pude respirar nas últimas semanas. Continuo chata e sentimental igual.

Me desculpe você também, contato do messenger, que chama, grita, escreve em maiúscula, manda zumbido, e insiste em dizer um oizinho e mandar um beijo. Ou tô no trabalho e tenho que controlar a coceira na mão em responder um OOOOOIIII, ou esqueci o computador de casa com o msn conectado, de novo.

Na minha lista de pendências (já comentei que ela está se tornando insustentável?), o próximo passo é bem claro: paparicar as pessoas queridas. E não é brincadeira! Afinal, são elas as responsáveis por 2008 ser o ano que está sendo, fabuloso. Parece que estou conseguindo cumprir a promessa de ano novo, “não reclamarás”, e tudo vai se ajeitando por si só, só tenho que me preocupar em desfrutar do caminho. Momentos de fofoca e veneno sempre rolam, mas não há ninguém no mundo capaz de abandonar o lado fuxiqueiro assim de supetão, né?

O que eu queria dizer é que estou de volta à vida!
Acabamos o projeto final do posgrado, não sem stress, brigas internas e noites em claro. A coisa na agência voltou a normalidade e vou tentando me encaixar de novo nos prazos e ritmos catalães. Em casa… bom, aí é outra história. Continua o muda-não-muda, mas são tantos prós pesando a favor do apartamento, que os poucos contras até parecem bobagem.

Tá. Falei das desculpas, da rotina, das pessoas legais. Falta só um tema.

VUELVE, PATRI! Já tô com saudade.


O castellano é um idioma lindo. Tantas palavras, tantas expressões, é gostoso de aprender e divertido de hablar. O catalão soa bonito, o inglês é chique. Mas não há nesse mundo um só idioma que traduza a foto acima como o português.

Saudade.
Simples assim.
Podia tentar um par de termos mais. Lembrança, família, mimos, colo. Mas fico com a saudade.

Ela bem sabe o essencial que é nas nossas vidas, e o valor de cada conselho na minha. Ele tá {quase} careca de saber que pra mim é a mais pura tradução de proteção e amor.

Sei que desapareço.
Mas eles sabem que eu sempre volto.


Foto by Gerard Romans.

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SE BUSCA.
SE BUSCA.
SE BUSCA.
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