Desculpa, querido amigo que se esforçou por lembrar do meu aniversário, mandou e-mail, scrap, sms e tudo, e ainda assim, continua sem resposta.

Desculpa, família, pelo sumiço desavisado. Parece que ando ocupada demais pra essas tais coisas de amor, saudade e tal, mas na verdade, por mil motivos, mal pude respirar nas últimas semanas. Continuo chata e sentimental igual.

Me desculpe você também, contato do messenger, que chama, grita, escreve em maiúscula, manda zumbido, e insiste em dizer um oizinho e mandar um beijo. Ou tô no trabalho e tenho que controlar a coceira na mão em responder um OOOOOIIII, ou esqueci o computador de casa com o msn conectado, de novo.

Na minha lista de pendências (já comentei que ela está se tornando insustentável?), o próximo passo é bem claro: paparicar as pessoas queridas. E não é brincadeira! Afinal, são elas as responsáveis por 2008 ser o ano que está sendo, fabuloso. Parece que estou conseguindo cumprir a promessa de ano novo, “não reclamarás”, e tudo vai se ajeitando por si só, só tenho que me preocupar em desfrutar do caminho. Momentos de fofoca e veneno sempre rolam, mas não há ninguém no mundo capaz de abandonar o lado fuxiqueiro assim de supetão, né?

O que eu queria dizer é que estou de volta à vida!
Acabamos o projeto final do posgrado, não sem stress, brigas internas e noites em claro. A coisa na agência voltou a normalidade e vou tentando me encaixar de novo nos prazos e ritmos catalães. Em casa… bom, aí é outra história. Continua o muda-não-muda, mas são tantos prós pesando a favor do apartamento, que os poucos contras até parecem bobagem.

Tá. Falei das desculpas, da rotina, das pessoas legais. Falta só um tema.

VUELVE, PATRI! Já tô com saudade.

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